Mc brasileira morre após trabalho procedimento estético mal feito

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Uma Mc no Brasil morreu depois de fazer um enchimento de bumbum supostamente realizado por um ginecologista.

Fernanda Rodrigues, 43 anos, também conhecida como MC Atrevida, foi submetida ao procedimento de hidrolipoaspiração e enxerto de glúteos em 16 de Julho em uma clínica no Rio de Janeiro.

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Mas dois dias depois, Rodrigues se queixou de fortes dores nas costas e inflamações dolorosas. Foi internada no Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador, em 26 de Julho e imediatamente transferida para terapia intensiva.

Ela morreu no dia seguinte, por envenenamento do sangue e insuficiência renal.

Descaso dos médicos

Os médicos disseram que substâncias não reveladas pareciam ter sido misturadas com a gordura extraída de suas costas antes de ser injetada em seu bumbum. Eles acrescentaram que podem ter sido capazes de salvar Rodrigues drenando a substância que estava sendo rejeitada por seu corpo se ela tivesse procurado ajuda mais cedo.

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No entanto, um amigo de Rodrigues disse que não conseguiu obter o apoio do médico.

Falando ao G1, ela disse: “Eu praticamente implorei à clínica pelo número de médicos, mas eles não quiseram me dar. Acreditamos que essa falta de apoio contribuiu para a morte dela.”

A família de Rodrigues disse que pagou US $ 3.000,00 pelo procedimento, com sua última mídia social postando uma foto dela posando do lado de fora da clínica com o proprietário.

Detetives afirmam que o médico não estava qualificado para realizar a operação.  Crédito: FocusOn News

Médico não tinha licença para fazer cirurgia plástica

Segundo os detetives, o médico que realizou a cirurgia, Wilson Ernest Galarza, é especialista em ginecologia, cardiologia e ortopedia – não em cirurgia plástica.

Se houver evidência suficiente de que ele realizou um procedimento cirúrgico fora de seu treinamento profissional, ele será acusado de homicídio culposo. No entanto, seu advogado Carlos Costa afirmou que seu cliente realizou ‘cursos de cirurgia plástica’ e está qualificado para realizar a operação.

Espera-se que Galarza dê testemunho hoje (segunda-feira).

O diretor regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Bruno Herkenhoff, disse que as pessoas devem procurar cirurgiões plásticos qualificados para esse tipo de procedimento, que só deve ocorrer em um hospital ou em uma prática cosmética licenciada e respeitável.

Rodrigues morreu poucos dias após a operação.  Crédito: FocusOn News

Ele disse: “Intervenções deste tipo são consideradas seguras e amplamente realizadas em todo o mundo, desde que sejam realizadas por um cirurgião plástico qualificado e que todos os testes de avaliação de risco sejam realizados, incluindo consulta com um cardiologista.”

Ele acrescentou que a maioria dos casos de acidentes graves e mortes por procedimentos estéticos no Rio de Janeiro estão associados a clínicas domésticas ou sem licença e são realizadas por pessoas não qualificadas.

Traduzido e adaptado por equipe Ktudo

Fonte: Lad Bible

 

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